Novidades

•setembro 1, 2010 • Deixe um comentário

Eu resolvi vir aqui para contar que eu finalmente comprei um computador novo para mim. Eu estou esperando que ele seja entregue ainda hoje, espero que venha hoje pq amanhã eu não vou estar em casa.

Hoje eu acordei um pouco chateada, dormi mal, meus vizinhos estavam fazendo muito barulho às 3 da manhã. Eu detesto quando não consigo acordar de manhã, eu tento abrir os olhos e levantar mas não consigo. É uma sensação desagradável acordar às nove da manhã e ainda estar caindo de sono.

Hoje eu recebi um e-mail de um amigo meu que mora nos Estados Unidos. Esse amigo, que eu conheço há quatro ou cinco anos, apenas pelo computador, mandou uma mensagem daquelas que todos recebem várias e várias vezes de várias pessoas, nada de muito especial, mas… No início do e-mail ele escreveu: “Se você está recebendo isso, hoje eu pensei em você. E hoje não é diferente de nenhum outro dia” Sinceramente, eu não acho que exista qualquer coisa que seja melhor do que saber que alguém lembrou de você. O que é engraçado, eu lembro das pessoas o tempo todo, mas duvido que alguma delas saiba disso. Pensando no assunto… É um pouco injusto esperar que elas simplesmente saibam disso sem que eu tenhaque dizer.

A vida não é justa, certo? :p

Eu volto quando meu note chegar finalmente.

O início do fim (?)

•maio 12, 2010 • 1 Comentário

Eu teminei o livro. Pelo menos no que diz respeito aos cadernos. No entanto ainda falta digitar tudo e isso é muita coisa.

A ansiedade bate mais forte agora e, às vezes eu sinto que estou me sabotando. Por exemplo hoje acordei às 8 da manhã para digitar, mas, voltei a dormir e ainda não digitei uma palavra do livro.

Eu sei que só tenho hoje e amanhã porque sexta meus sobrinhos vão estar aí. E ao mesmo tempo preciso estudar porque tenho concurso esse fim de semana.

E ao mesmo tempo que isso acontece, já estou tendo idéias para a parte 2 da trilogia… Não sei se vou conseguir desse jeito.

Bloqueio

•março 29, 2010 • Deixe um comentário

Hoje eu me irritei demais. Mais do que normalmente. Meu sobrinho e minha sobrinha estavam aqui. Geralmente isso não é problema. Eu digo que estou trabalhando e eles respeitam.

Hoje não.

Hoje, tanto a minha mãe quanto a minha irmã ficaram olhando tv e toda vez que o Miguel queria alguma coisa ele vinha abrir a porta do quarto e me incomodar. Só para deixar claro: O quarto é dos meu irmãos. O computador fica no quarto dos meus irmãos. Se eu quero digitar tenho que rezar para eles saírem.
Eu tenho três irmãos, dois deles tem notebook. O outro passa todo o tempo que está em casa, ou a maior parte dele, no computador. Nos resto do tempo, com um pouco de sorte, eu consigo usar.

Não me levem a mal pelo desabafo mas, ano passado eu esperei, pacientemente, esse mesmo irmão terminar a monografia dele, mas nada mudou. Não é pelo computador em si. Mas parece que enquanto eu me esforço para terminar esse livro de uma vez, a sensação que me dá é que ninguém acha que eu estou realmente fazendo alguma coisa.
Óbvio, ninguém dá tanta importância a esse livro quanto eu. Mesmo na época em que eu resistia à idéia de chamá-lo de “livro”. Mas um pouco de reconhecimento faz falta, especialmente agora que falta tão pouco. São dois anos da minha vida que, mesmo que eu não tenha realmente trabalhado eu posso dizer que fiz alguma coisa. Só que parece que ninguém mais enxerga. A senasação que eu tenho em dias como hoje é que me jogam os restos e acham que estão me fazendo um favor.

Quer saber? Fodam-se eles! Eu estou escrevendo um livro!

P.S: Resumo da minha semana… Hoje, escrevi com duas crianças na minha cola: Dia quase perdido; Amanhã, vou para a casa da minha irmã na zona norte, tenho que estar lá às oito para ficar com os meus sobrinhos: Dia provavelmente perdido; Quarta, minha mãe vai para lá, provavelmente vou ficar sozinha em casa: Preciso escrever o máximo que der; Quinta, aí depende se a minha mãe dormir na casa da minha irmã tenho o dia livre, se não vou para lá de novo: Talvez eu consiga escrever; Sexta, minha irmã vem para cá de novo: Só com muita reza e dependendo da programação da tv. É foda, ou não é?

Águas Profundas

•março 25, 2010 • Deixe um comentário

Eu estava lendo o post anterior… Bom, é fácil temer fogo, e o que ele representa. Pelo menos eu acho extremamente fácil. Mas, e que fique claro que isso não é uma indireta, eu não compreendo muito bem medo de água.

Não que eu não tenha medo de me afogar, todo mundo tem. Estou falando de pessoas que não entram na água, não mergulham, enfim… Não se entregam. Nem mesmo em uma piscina cuja água não lhe passa dos ombros.
Em meio a esse pensamento comecei a me perguntar o que a água representa para mim. Eu amo água, se eu pudesse nadar todos os dias, eu faria isso. Mesmo no inverno.

Acima de tudo, a água me acalma. Quando eu estou cansada, ou com muita raiva, eu geralmente corro para baixo do chuveiro. A água exige que você relaxe, a água exige que você se entregue, que você confie. E quando você relaxa, você sente. Seja o que for que você está segurando, seja o que for que você tenta ignorar… Você sente tudo. Porque a água exige que você sinta. Não há saída, você precisa lidar com isso.

Eu não quanto a maioria das pessoas, mas eu me sinto muito melhor depois.

Camila de A. Sortica

Fogo e cinzas

•março 24, 2010 • Deixe um comentário

Eu sei, eu abandonei esse blog. Mas convenhamos, eu não consigo fazer tudo ao mesmo tempo.

Só estou atualizando porque o livro está quase no fim. Enquanto no caderno eu crio o final, no computador estou digitando o início. De certo forma isso é um pouco confuso, mas, eu não tenho tempo para me sentir confortável.
No ponto em que me encontro eu estou cansada e ansiosa para que isso acabe logo. A minha mente não perde nenhuma oportunidade de me apavorar com as possibilidades do que pode resultar da conclusão desse projeto. Não sei o que me apavora mais…

As pessoas podem não gostar. Isso não me incomoda tanto, porque pelo menos a pressão que estou sentindo desaparece.
Por outro lado eu poderia fazer sucesso, e a idéia de ter tantos críticos literários, acadêmicos, e “entendidos do assunto” analisando todas as minhas palavras me enoja. Eu não tenho a mínima paciência para esse tipo de coisa. Não me preocupa o que eles, ou qualquer um, possa dizer. Me incomoda a possibilidade da mera encheção de saco acabar me desmotivando. Eu não quero parar agora.

Deixando claro que o que está descrito acima é apenas alguns segundos de pensamento… Vamos prosseguir:

O livro está quase no final, como eu já disse. Muito já aconteceu, não vou nem pensar em dar exemplos. Muito personagens se foram, outros vieram. O desfecho ainda é um pouco incerto. Eu conheço os meus personagens, e conheço a minha história. Só não sei se devo esclarecer alguns pontos ou deixá-los em aberto.
As partes que estão no computador, já divididas em capítulos, a grande maioria deles já tem nome inclusive, já estão com um aspecto decente de algo que pode ser publicado. Existem coisas a serem decididas nesse aspecto também. Duas coisas que penso em incluir no livro são um mapa que ficará no início após a introdução. E uma “árvore genealógica” dos personagens que será atualizada de tempos em tempos ao longo da história. Tudo isso, é claro, pensando em facilitar a compreensão do leitor.

Eu tenho tantas idéias e possibilidades na cabeça que, por incrível que pareça, no fim do dia estou tão exausta que durmo feito uma pedra. Talvez a minha insónia fosse tédio, quem diria.

Quando falei na Allison (ver: A Lenda de Blackbird) eu mencionei o incêndio em Bridgeton. Eu, pessoalmente, tenho uma relação profunda de amor e ódio com fogo. Eu acredito que cada fim traz um outro começo, acho que muitas coisas boas surgem das cinzas. Se eu tivesse queimado cada história que escrevi até chegar aqui seriam muitas cinzas. Se você acredita em reencarnação como eu deve saber que a pessoa que você é acaba sendo um resultado de muitos finais diferentes, muitas escolhas erradas.
Eu acredito que tudo se resume em escolhas. O poder de uma escolha, por menor que esta seja, é o maior poder que existe. E todos nós temos. E quase sempre não damos valor a isso. Fogo para mim representa isso. Um final, e outro começo. Minha história começa por ele, talvez termine assim também.

Eu disse talvez.

Camila de A. Sortica

Espelho Meu

•fevereiro 23, 2009 • 1 Comentário

Falei muito, mais comigo mesma do que com outras pessoas, a respeito de pontos de vista.

Será possível duas pessoas olharem algo e verem exatamente a mesma coisa? É possível alguém saber o que é real em um mundo onde tudo parece falso? É possível alguém estar certo ao contrário de todos os outros, quando todos vêem só aquilo que querem ver?

As perguntas são incontáveis, e intermináveis. Mas uma delas insiste em me perseguir… Como as pessoas vêem a si mesmas?
Eu sei como eu me vejo. Sei que provavelmente ninguém me vê assim. Se é que alguém realmente me vê, ou a qualquer outra coisa além do próprio nariz. Claro, sejamos justos, conheço pessoas que realmente têm a capacidade de prestar atenção a outro ser humano. Mas são tão poucas que posso contá-las nos dedos de apenas uma mão.
Eu vejo a mim mesma como alguém que carrega uma coisa muito importante, mas não faz idéia do que realmente isso seja. Me vejo como alguém que tem os mesmos problemas e responsabilidades que todas as outras pessoas, mas que tem muito mais consciência disso. Eu me vejo como duas possibilidades: Uma pessoa que enxerga em meio a um bando de cegos, ou uma pessoa cega em meio a uma enorme ilusão de ótica.
De qualquer maneira, o resto me vê apenas como uma figura, em meio a tantas outras, um pedaço de paisagem. Se é que ao menos me vêem.

Olho as pessoas da minha família, e as pessoas passando na rua e me pergunto como eles me vêem. Mais do que isso, me pergunto como eles vêem a si mesmos. Porque eu sei como eu os vejo.

E podem acreditar, eu os vejo…

Confusão Mental Profunda….

•fevereiro 5, 2009 • 1 Comentário

Aqueles que estão na minha lista de msn podem ter notado, ou não, a frase ao lado do meu nick: Confusão mental profunda…

A minha mente ultimamente parece uma sala lotada de pessoas, todas falando alto e ao mesmo tempo. E eu tento ouvir o que elas dizem, mas só ouço barulho. Caos, desordem. E não adianta tentar mandar todo mundo calar a boca e me deixar pensar… Todas essas pessoas, são partes de mim. Todas elas tem algo a dizer e eu tenho muito pouco tempo para ouvir uma de cada vez. Caos total.

Falando em caos, ordem, e frustração mental… Eu acho que vou aproveitar e falar um pouco de outro personagem importante. Um que, no momento atual, eu gostaria que estivesse aqui para me dar um conselho.

Sebastian Rivers é pai da Crystal (anteriormente mencionada). Ele é um dos líderes da Alcatéia e apesar de aparecer pouco na parte inicial da história ele é citado do início ao fim dela.
Bastian é um contador de histórias, não só um líder, mas um professor e um mestre. Tudo o que ele aprendeu na vida dele é um livro aberto, mesmo que ele próprio não seja. Ele ensina aos outros personagens tudo o que eles precisam saber, na maioria das vezes sem que eles percebam que estão aprendendo algo. Um dia, de repente, quando eles precisam da informação ela está lá.
Bastian é um cara tranquilo, não fala muito, e geralmente quando fala ninguém entende nada daquilo que ele quer dizer, não de imediato pelo menos. Ele gosta de aprender tudo, sobre absolutamente tudo. Qualquer coisa, por mais inútil que pareça, é interessante para ele.

Esse cara, se estivesse aqui podia me ajudar. Mas sendo que não está acho que vou ter que sentar comigo mesma e ter uma conversa séria.

Até a próxima

 
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